Esta canção tem uma história bem peculiar. Era uma noite de Janeiro de 2009, um domingo à noite. Aconteceu o que a música descreve poeticamente. Mostrei-a para um amigo, ele havia comentado e interpretado como algo relacionado à política, porém podendo ter também este jeito de vê-la, ela na verdade retrata um episódio de cunho pessoal e até diria um aspecto de família.
Foi uma pancadaria que havia acontecido naquela noite de domingo. Onde ameaças graves de morte aconteceram, sangue e violência. Bem, este é o contexto da letra da canção, mas o ouvinte e/ou o leitor podem sentir-se a vontade para viajar tanto na letra quanto na música da canção. E segundo José Miguel Wisnik ela está em terças. Espero que gostem desta canção cujo o nome tem haver com o que estava lendo na época – Memórias da casa dos mortos de Fiodor Dostoievski.
Foi uma pancadaria que havia acontecido naquela noite de domingo. Onde ameaças graves de morte aconteceram, sangue e violência. Bem, este é o contexto da letra da canção, mas o ouvinte e/ou o leitor podem sentir-se a vontade para viajar tanto na letra quanto na música da canção. E segundo José Miguel Wisnik ela está em terças. Espero que gostem desta canção cujo o nome tem haver com o que estava lendo na época – Memórias da casa dos mortos de Fiodor Dostoievski.
Casa dos Mortos
A perseguição é intensa
Querem minha cabeça
Uma ameaça de morte
Numa situação tensa
O ódio é constante
A guerra já vem de décadas
Quando acabará estas brigas incessantes?
O problema está na estrutura
Por falta de conhecimento trouxe ruptura
Para ser franco não sei o começo
Sei onde está o endereço
Não sei que fim ficará
Sei que estou no meio desta porra
Que parece nunca findará
O problema está na estrutura

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